Analogiqo Criar conta

Para médicos hospitalares · macOS

A alta escreve-se sozinha. A revisão continua a ser tua.

Junta os documentos do internamento, deixa o computador anonimizá-los, e recebe um rascunho de nota de alta em português — organizado, com as lacunas assinaladas ao lado, e a fonte à distância de um clique para conferires cada dose.

A anonimização corre no teu computador, num modelo local. Os documentos originais não saem da máquina.

Seis passos, e vês em qual estás

Cada etapa pode ser repetida sozinha. Se a anonimização falhar porque o modelo local ainda não estava pronto, não voltas a escolher os ficheiros.

  1. 01

    Junta os documentos

    Vários PDF, Word ou texto de uma vez. Arrasta-os para a janela, reordena-os pela cronologia do internamento, tira os que não interessam.

  2. 02

    Revê o que entrou

    Quantas páginas, quantos caracteres, e quais as páginas sem texto — que são digitalizações e a que faltaria conteúdo se passassem despercebidas.

  3. 03

    Anonimiza localmente

    Um modelo a correr no teu computador encontra nomes, moradas, contactos e identificadores. As datas são deslocadas, não apagadas — a cronologia mantém-se.

  4. 04

    Confere o resultado

    O que foi substituído fica realçado. O que possa ter escapado é assinalado como hipótese. Podes acrescentar termos, ou corrigir o texto à mão.

  5. 05

    Autoriza e gera

    Antes de alguma coisa sair do computador, vês o texto integral que vai no pedido. Só depois de autorizares é que a nota é escrita.

  6. 06

    Revê e assina

    A nota é editável, guarda-se sozinha, e as versões anteriores não se perdem. Ao lado, o que a fonte não permitiu preencher.

O que sai do teu computador, e o que não sai

A fronteira é código, não é uma promessa numa página. Esta secção descreve o que o programa faz.

Fica sempre na tua máquina

  • Os documentos originais do internamento
  • O texto extraído deles
  • O mapa que repõe os nomes e as datas reais
  • As notas de alta escritas, já com os nomes repostos

Guardado cifrado em repouso pelo mecanismo do sistema operativo, na pasta da tua conta de utilizador.

Sai apenas isto

  • O texto já anonimizado, para o fornecedor de IA
  • Depois de o veres por inteiro e de autorizares
  • Uma vez por nota gerada

Os nomes e as datas reais são repostos no teu computador, quando a nota volta.

Nunca sai para a nossa infraestrutura de contas

  • Documentos, nomes de doentes, texto clínico
  • Texto anonimizado ou notas de alta
  • Nomes de ficheiros ou identificadores de casos

O sistema de contas e de pagamentos conhece apenas o email, o plano e o estado da subscrição.

Pseudonimização não é anonimização

Os factos clínicos que saem — diagnósticos, idade, cronologia — continuam a ser dados pessoais à luz do RGPD, e a combinação deles pode permitir reidentificação. A decisão de os enviar para um fornecedor externo é do responsável pelo tratamento de dados da tua instituição, não desta aplicação. Há serviços que a recusam, e nesse caso a geração tem de passar a local.

Esta ferramenta auxilia a redação de notas de alta. Não substitui a revisão clínica, não emite diagnósticos, e nenhum documento que produza deve ser assinado sem ser lido e verificado contra a fonte.

Porque é que isto poupa tempo a sério

Vários documentos, uma nota

A nota de entrada, o diário e as notas de especialidade costumam vir separados. Entram juntos, pela ordem que definires, e a cronologia mantém-se.

A fonte ao lado do resultado

O PDF original abre dentro da aplicação, com páginas e zoom. Conferir uma dose deixa de exigir alternar entre duas aplicações — que é o que faz com que não se confira.

Lacunas fora da nota

O que a fonte não permitiu preencher aparece numa lista ao lado, com um visto para riscares. Nunca dentro da nota: quem a assina esteve no internamento.

Versões que não se apagam

Mandar reescrever com outras instruções acrescenta uma versão. A anterior fica, para poderes comparar antes de escolher.

Escreve como tu escreves

Grau de detalhe, terminologia dos fármacos, secções que o teu serviço usa ou não usa, e o que costumas pôr sempre no plano de seguimento.

Funciona sem rede

A leitura dos documentos e a anonimização não precisam de Internet. Só a redação final precisa, e a licença tolera períodos sem ligação.

Planos

A diferença entre os dois é apenas onde vive a chave do fornecedor de IA. Tudo o resto é igual.

Chave própria

9,90 € / mês

Usas a tua chave da API. A aplicação não suporta o custo das chamadas ao fornecedor.

  • Anonimização local, sem limite
  • Modelos locais à escolha, com descarga pela aplicação
  • A tua chave, guardada no cofre do sistema operativo
  • Sem limite de notas — pagas o fornecedor directamente
  • A chave nunca sai da tua máquina
Começar
Mais simples

Sem chave

25 € / mês

Não precisas de chave nenhuma. As chamadas passam por infraestrutura nossa.

  • Tudo o que o plano de chave própria inclui
  • Sem configuração de chaves
  • Até 50 notas por mês
  • Só o texto já anonimizado sai da tua máquina
  • Nem o pedido nem a resposta são guardados
Começar

Os preços indicados são de referência e podem variar por região e por impostos aplicáveis. O valor cobrado é o que aparecer no pagamento.

Perguntas

Os documentos do doente vão para a nuvem?

Não. Os ficheiros originais e o texto extraído deles ficam no teu computador. O que sai é o texto depois de anonimizado, e só depois de o veres por inteiro e de autorizares — uma vez por cada nota gerada.

Isto é compatível com o RGPD?

Essa é uma avaliação que a tua instituição tem de fazer, e não uma afirmação que possamos fazer por ti. O que podemos dizer é o que o programa faz: a anonimização é local, o que sai é pseudonimizado, e continua a ser dado pessoal. Fala com o responsável pelo tratamento de dados da instituição antes de o usar com casos reais.

Posso assinar a nota como ela sai?

Não. O produto é a revisão, não a nota. Num teste, o modelo leu uma dose de furosemida e escreveu-a a dobrar; noutro, inventou uma data de alta que a fonte nunca escreveu. A aplicação foi desenhada para tornar essa revisão rápida — com a fonte ao lado e as lacunas assinaladas — e não para a dispensar.

Preciso de instalar mais alguma coisa?

Não. O motor de inferência vem dentro da aplicação. Na primeira utilização descarrega-se o modelo — alguns gigabytes, uma vez só, com barra de progresso e botão de cancelar.

Que computador é preciso?

Um Mac com Apple Silicon. Com 8 GB de memória funciona, com o modelo mais leve; com 16 GB ou mais a aplicação escolhe um modelo maior. A escolha é automática e podes mudá-la nas definições.

E se ficar sem Internet?

Continuas a ler documentos, a anonimizar e a rever tudo o que já tens. Só a redação final precisa de ligação. A licença tolera um período sem rede antes de pedir uma revalidação.

O que acontece se cancelar a subscrição?

Continuas a poder abrir, consultar e exportar todo o trabalho que já criaste. O que fica bloqueado é criar processamentos novos. Os teus ficheiros estão no teu computador e não são tocados.

Guardam alguma coisa sobre o que eu escrevo?

No plano sem chave, registamos o número de pedidos, os tokens, a duração e o estado — nunca o texto enviado, o texto devolvido, nomes de ficheiros ou excertos. No plano de chave própria, a chamada nem sequer passa por nós.

Experimenta com um caso fictício

A aplicação traz histórias sintéticas para poderes ver o fluxo inteiro antes de a apontar a um caso real.

Requer macOS com Apple Silicon (M1 ou posterior) e 8 GB de memória. 148 MB. A ferramenta auxilia a redação e não substitui a revisão clínica.